LUIZ CARLOS BRESSER-PEREIRA
Nacionalismo, liberalismo e capitalismo
Quando Arábia Saudita e Egito se subordinam aos países ricos, é porque seu avanço econômico é lento
"THE ECONOMIST" (17 de julho) publicou editorial sobre o Egito e a Arábia Saudita (dois países ditatoriais aliados aos EUA no Oriente Médio) manifestando a esperança que se democratizem no futuro.
O surpreendente, entretanto, é que no mesmo número a revista faça resenha simpática de livro de Stephen Kinzer, ex-jornalista do "New York Times", que, depois de fazer a análise das revoluções nacionalistas e capitalistas em curso nesses países desde os anos 1920, defende a aliança dos Estados Unidos com a Turquia e o Irã.
Talvez essa atitude da grande revista liberal seja um sina...
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Uma recessão de oportunidades desiguais
Os Estados Unidos vivem um período que pode ser o início de uma cultura da adversidade e de um futuro pobre para a juventude do país, que não tem escolha senão começar suas carreiras num mercado de trabalho fraco. Para os jovens dos EUA que estão entrando no mercado de trabalho no meio da Grande Recessão, o bem estar de curto prazo pode não ser apenas o que está em jogo. Suas vidas serão assombradas por importantes e negativos aspectos nos anos que seguem. O artigo é de Katherine S. Newman e David Pedulla.
Katherine S. Newman e David Pedulla - The Nation
Há consequências duráveis e de longo alcance quando se entra no mundo do trabalho em tempos ruins na economia. Para os jovens dos EUA que estão entrando no mercado de trabalho no meio da Grande Recessão, o bem estar ...
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AL cresce e causa inveja aos países ricos, diz NYT
EUA e Europa se debruçam sobre déficits gigantescos enquanto assistem ao vigor de Brasil e México, segundo o jornal
Enquanto os Estados Unidos e a Europa se lamentam em cima de gigantescos déficits e ameaças a uma retomada frágil, a América Latina reserva surpresas, diz reportagem da edição de 1 de julho do jornal The New York Times. Segundo a publicação norte-americana, de um passado de não pagamento de dívidas, desvalorização cambial e necessidade de resgate de países ricos, a América Latina está agora experimentando um crescimento que deixa com inveja as nações do Hemisfério Norte.
A forte demanda da Ásia por matérias-primas, como minério de ferro e ouro, aliada a uma combinação de políticas em v&...
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Os capitães das seleções que disputam, hoje e amanhã, as partidas de quartas de final da Copa do Mundo da África do Sul lerão um manifesto contra a discriminação e o racismo, informou a Fifa.
O capitão da equipe mandante de cada confronto --Van Bronckhorst (Holanda), Lugano (Uruguai), Mascherano (Argentina) e Villar (Paraguai)-- lerá a seguinte mensagem:
"Em nome da seleção (nome do país), declaro que rejeitamos de todo o coração o racismo e todo tipo de discriminação dentro ou fora do campo. Confiamos no poder do futebol para unir homens e mulheres de todas as raças, religiões e nacionalidades. Nos comprometemos a perseguir este objetivo e pedimos a todos para que se juntem a nós na luta contra o racismo, onde quer que seja".
Já Lúcio (Brasil), Mensah (Gana), Lahm (Alemanha...
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Enock Cavalcanti nasceu em 18 de maio de 1953, em Nova Iguaçu, Baixada Fluminense, Estado do Rio de Janeiro. Filho de Manoel Paulo da Silva, vendedor autônomo e de Josefa Cavalcanti da Silva, a Dona... (continuar lendo)
DEBATE ENTRE LUIS GARCIA E O JORNAL DO BRASIL LANÇA LUZ SOBRE A CRISÉ ÉTICA DO JORNALISMO BRASILEIRO
WILSON FUÁ: A Copa do Mundo e o cuiabano