Cuiabá, capital calorenta e barulhenta. Para que a situação melhore, precisamos de uma atuação mais decisiva das autoridades públicas. As notícias que nos chegam, dão conta da interdição de mais uma casa noturna, no Santa Rosa, por decisão do Ministério Publico. Diversos ajustes precisam e devem ser feitos para que a festança volte a rolar por lá. Esta PÁGINA DO E apóia este esforço de normatização das atividades festeiras em Cuiabá, que deve ser feita sem perseguição e sem discriminação, mas visando, principalmente, resguardar o interesse da coletividade.
Neste sentido, não dá pra entender porque é que a Prefeitura de Cuiabá continua fazendo ouvidos de mercador para o verdadeiro baile ao ar livre que se repete nas noites de sexta-feira, em plena avenida Getúlio Vargas, e justamente nas cercanias do Colégio Estadual Liceu Cuiabano - um lugar onde a Lei do Silêncio deveria valer mais do que em qualquer outro lugar. Nesta sexta, 25 de setembro de 2009, a turma que gosta de detonar com os ouvidos da rapaziada está anunciando até a montagem de uma cabine de DJ em plena Getúlio para animar o forféu. Coisas de uma cidade que tem um prefeito que vive zoado, abobalhado, demonstrando incapacidade de intervir em defesa dos cidadãos que governa. E o Secretário do Meio Ambiente, que elogiamos recentemente no episódio dos loteamentos da Ginco, onde anda que não faz valer sua autoridade para acalmar toda esta bagunça?
Pelo que vimos esta semana, enquanto a Prefeitura se mostra atonita, moradores das cercanias da Praça Popular sabem muito bem o que precisa ser feito para resolver a balbúrdia em que vive o trânsito naquele point tão festejado mas tão maltratado pelo descuido administrativo. Se a Prefeitura está vacilando, com a ação do Ministério Publico no Santa Rosa, abre-se a perspectiva de que o MP possa vir também aparecer em socorro de quem sofre com o engarrafamento do trânsito na Praça Popular. É como disseram os moradores que escreveram para a Página do E: SOCORRO, MINISTÉRIO PÚBLICO!
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