Página Inicial

ERA UMA VEZ O PT - Serys para federal e, depois, candidata a prefeita de Cuiabá, na sucessão de Galindo. Esta proposta entusiasma o blogueiro João Bosco

08/03/2010 - 05:10:00

O jornalista e blogueiro João Bosco, ex-presidente do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso, resolveu meter sua colher na briga entre Serys e Abicalil e defende as prévias como um fator de fortalecimento do PT. Confira:

Por que Serys na Câmara Federal dos Deputados e Deputadas?
por João Bosquo

A senadora Serys Marly Slhessarenko, professora aposentada da UFMT, não pode se aposentar agora também na política de forma prematura. Ela tem que enfrentar a luta que se avizinha com galhardia e, mesmo contra sua vontade, tem que defender as prévias dentro do PT para saber quem será o candidato ao Senado – se ela, Serys, ou o deputado Carlos Abicalil. O segundo colocado, de antemão, assume o compromisso de disputar uma das 8 vagas de deputado federal.

Não sei por que da relutância da senadora em disputar uma cadeira de deputada na Câmara Federal. Não sei por que esse orgulho bobo em querer ‘perder com dignidade’ disputando o cargo de senadora e se desgastar de forma irremediável e ser alijada do cenário político, que se lhe oferece promissor. Além do mais, as prévias sempre foram uma marca do PT, diferenciando-o dos demais partidos e mostrando que nele as disputas internas se resolvem com a participação de toda a militância – e não em conchavos de cúpula, como em outras agremiações que tanto conhecemos.

O cenário político atual mudou 180 graus desde 2002, quando ela foi eleita senadora em parceria com Jonas Pinheiro, do DEM, então PFL. O eleitor mato-grossense não tem um alvo para ser ‘derrubado’ a qualquer preço, como foi Dante de Oliveira depois que deixou o governo do Estado.

Dante de Oliveira que fez um grande governo sob a ótica do neoliberalismo (que hoje está falido) com a privatização da Cemat, extinção do Bemat, desmonte da Sanemat, criação e implementação do Fethab e, finalmente, com o aumento do ICMS das contas de energia e telefonia, foi PÉSSIMO para os ex-funcionários estáveis e seus familiares da Cemat, do Bemat, da Senemat etc. etc. Um ex-funcionário do Bemat, assim que as urnas fecharam, entre uma cerveja e outra, disse-me: “Mato Grosso perde um grande senador. Lamento por isso. Mesmo assim estou feliz, embora não compense o sofrimento que ele provocou a mim e minha família”. Foi nesse cenário que Blairo Maggi (então, um ilustre desconhecido) se fez governador, Serys se elege como a primeira senadora de Mato Grosso e Jonas Pinheiro consegue a sua reeleição, um fato inédito.

Lembro-me, a deputada estadual Serys saiu da convenção do PT, em 2002, em prantos: ela queria ir à reeleição para deputada mas foi ungida ‘na marra’ candidata ao Senado. O que demonstra que ela e aqueles que formam seu grupo político dentro do PT – que me desculpe meus amigos que lá atuam – não sabem avaliar o quadro político em toda sua integridade. Não souberam em 2002 quando teimavam na reeleição ao Palácio Filinto Müller (precisamos discutir depois esse troca-troca de nomes de prédios públicos) e não sabem agora, quando forçam, induzem a senadora no projeto da reeleição.

A mulher, professora e mãe de família Seys não percebe que o cenário que está se armando para levá-la a se candidatar a deputada federal abrirá excelente oportunidade – embora eles não percebam – para levá-la à Prefeitura de Cuiabá, na sucessão de Wilson Santos-Chico Galindo. Serys na Prefeitura sempre foi um sonho de muitos cuiabanos – e da própria Serys.

A política tem seus momentos e o momento de se candidatar ao executivo é no meio do mandato parlamentar. Quem não cumpre essa regra corre o risco de ficar fora para sempre do jogo jogado. Que o diga o ex-deputado federal Rodrigues Palma.

Serys pedindo as prévias (sabendo de antemão que irá perder, pois ela não detém a máquina partidária) justifica plenamente sua candidatura a Câmara dos Deputados, com chances de ser a mais votada, e se impor como pré-candidata ao Palácio Alencastro para enfrentar Chico Galindo (à reeleição?) e o candidato tucano, que poderá ser o deputado Guilherme Maluf (que quer ser o mais votado em Cuiabá) ou Antero Paes de Barros (que também está trabalhando para ser o mais votado em Cuiabá).

Não pense a senadora Serys e seus apoiadores que, ao vencer Carlos Abicalil, envolvendo o presidente Lula e a candidata Dilma Rousseff obterá uma vitória… Sim, será uma vitória, mas vitória de Pirro, pois à frente estarão as urnas. Em caso de uma possível derrota, a senadora Serys, aos 65 anos terá gás, por exemplo, como teve Carlos Bezerra, que ressurgiu como fênix depois de duas derrotas e continua no cenário político de Mato Grosso?! Os apoiadores da senadora precisam atentar para isso e dar conselhos mais realistas.

O governador Blairo Maggi – o que dizem as pesquisas – está praticamente com uma vaga garantida e vai quebrar um paradigma histórico: enquanto ex-governador ser eleito senador imediatamente após deixar o governo. O eleitor mato-grossense costuma ser cruel com os ex: Garcia Neto, Carlos Bezerra e Dante de Oliveira são provas dessa crueldade (ou ingratidão). A outra vaga irá ficar com o mesmo grupo político? Quem garante? Ninguém.

Ah!, antes que me esqueça: enquanto o eleitorado mato-grossense gosta de eleger jovens (desde a democratização nenhum governador foi eleito com mais que 50 anos), o cuiabano não se acanha de eleger idosos.

FONTE blogue joão bosco
http://joaobosquo.blog.br

***************************************
A POLEMICA TAMBÉM ESTÁ HOJE NO DIÁRIO DE CUIABÁ


Serys narra preconceitos na política

Referência da mulher em política no Estado, a senadora Serys Slhessarenko também enfrenta comentários machistas até no seu partido


Serys Slhessarenko (PT)
- Senadora da República
- Segunda-vice-presidente da Mesa Diretora do Senado
Nascimento: 02/04/1945
Naturalidade: Cruz Alta (RS)
Formação: Mestre em Educação pela UFRJ/advogada
Quatro filhos

SONIA FIORI
Da Reportagem
DIARIO DE CUIABÁ

Segunda-vice-presidente da mesa diretora do Senado, Serys Slhessarenko (PT) revela um cenário ainda desolador em relação à garantia dos direitos igualitários entre homens e mulheres. Na trajetória de luta – marcada pela primeira greve conduzida por mulheres, no dia 8 de março de 1857, em Nova Iorque, conquistas são reconhecidas pela parlamentar. Ela acentua a necessidade de dar passos largos para vencer obstáculos – como em relação ao preconceito da sociedade e dos próprios partidos em relação à atuação da mulher.

A senadora admite sofrer as agruras desse processo no próprio partido – uma referência às discussões sobre a disputa ao Senado da legenda para 2010. Ao reafirmar sua decisão de não disputar cargo eletivo caso não seja oficializada candidata à reeleição, Serys ressalta entendimento de que seu trabalho a credencia como candidata natural do PT. Nesta entrevista, à véspera do Dia Internacional da Mulher, a parlamentar discorre sobre a organização da mulher no Congresso Nacional e fala dos avanços obtidos por meio da “resistência” feminina. Ela avalia ainda as dificuldades dos partidos para assegurar maior integração da mulher na política e destaca barreiras que devem ser vencidas. Serys lamenta a redução da representação da classe em cargos nos Executivos estadual e municipais, mas lembra a importância da continuidade da luta. Entre os projetos de sua autoria, ela pontua o que prevê a igualdade salarial entre homens e mulheres.

Diário de Cuiabá - Senadora, como uma das maiores representantes da classe política do Estado, como a senhora avalia a pequena participação da mulher na política?

Serys Slhessarenko - Esse é um processo em construção. O caminho percorrido até aqui é longo e cheio de obstáculos, mas também de muitas vitórias. Se olharmos do ponto de vista histórico, é um processo recente. O direito de voto às mulheres foi conquistado, tardiamente, somente em 1946. Hoje, as cotas de mulheres para as candidaturas nos partidos sequer são preenchidas. Há muitas dificuldades. Além disso, as poucas que conseguem “politicar”, muitas vezes, encontram obstáculos de se manter no processo. Muitas mulheres são excluídas do processo eleitoral, simplesmente pelo preconceito ainda teimoso em existir. Não se candidatam, não ousam entrar neste meio. São desestimuladas a participar dos pleitos. Algumas pesquisas revelam que as mulheres nem sempre votam em mulheres. O motivo, muitas vezes, é cultural. Não estamos acostumadas a ver mulheres candidatas e muito menos no exercício do poder. Nada melhor que uma mulher no poder para entender as necessidades humanas. Afinal, somos mães de homens e de mulheres, sem preconceitos. Conscientizar-se de que somos pouco representadas na vida pública é um começo. Projetos de lei para garantir nossa permanência no poder político do país estão em andamento, mas é preciso que a cultura seja modificada. Por isso, a igualdade de direitos entre homens e mulheres precisa ser uma luta constante.

Diário - Mato Grosso, nesse contexto, carece de políticas de incentivo?

Serys - Sim, claro! Mato Grosso não é diferente do resto do país e do mundo. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), de cada cinco assentos nos parlamentos do mundo apenas um pertence a uma mulher. O ideal é que se atinja o equilíbrio: que não menos de 40% e não mais do que 60% das vagas pertençam a um mesmo sexo. Em alguns lugares isso já acontece como em países nórdicos e europeus. Na Suécia e Noruega, por exemplo, as mulheres participam com 40% das cadeiras do Legislativo e 50% dos Executivos. Ou seja, metade dos ministros é do sexo feminino. No Brasil, é bem diferente. Dos 513 parlamentares da Câmara dos Deputados, 45 são mulheres (8,77%). Nenhuma delas, mesmo em mandatos anteriores, jamais ocupou cargo titular na mesa diretora. No Senado, não é muito diferente. Somos 81 senadores e apenas 11 mulheres (13,58%). No entanto, conseguimos avanços. Na mesa diretora do Senado hoje, dos 11 cargos disponíveis, o segmento feminino ocupa dois deles. Mas ainda é pouco.

Diário - Esse quadro está, na sua opinião, ligado diretamente à sociedade patriarcal?

Serys: Como disse o presidente Lula, durante o 4º Congresso Nacional do PT recentemente, “a verdade é que a mulher ainda é tratada no submundo de cada residência, como se fosse um objeto de segunda classe”. Ela não participa da política, é impedida, uma vez que não é um setor considerado próprio “delas”. Isso é um reflexo claro da sociedade patriarcal. Mas vale reforçar que há tempos nós, mulheres, lutamos por uma posição na política brasileira. Este ano, as eleições estão aí. A mulher na política tem sido o tema principal, já que teremos, pela primeira vez, várias candidatas potenciais do sexo feminino concorrendo à vaga de presidente da República.

Diário - O preconceito em relação à mulher profissional é uma realidade no mercado de trabalho do país. Como superar isso ou ao menos conviver melhor com esse triste quadro?

Serys - Combater o preconceito – qualquer que seja ele - é um trabalho permanente. Deve ser incansável. Só mudamos o que está posto, com muito esforço. O trabalho é duro, mas não podemos nos dar ao luxo de conviver pacificamente com esse quadro. Estamos em pleno século XXI e a hora de superação é agora. Sobre isso tenho um projeto importante que trata da Igualdade Salarial entre homens e mulheres (PLS 25/2009). Esse projeto aplica penalidade administrativa ao empregador que viole a obrigação de igualdade salarial entre mulheres e homens, que atuem na mesma função. Nesta semana, tive a oportunidade de entregar uma cópia desse projeto à secretária de Estado do governo norte-americano, Hillary Clinton, durante sua visita ao Brasil. Obama (Barack Obama, presidente dos EUA) apresentou um projeto semelhante a esse assim que assumiu a presidência dos Estados Unidos.

Diário - Participar na militância do partido e disponibilizar o nome para uma disputa eleitoral são duas situações diferentes. O que o PT vem fazendo para incentivar o ingresso da mulher nas disputas eleitorais?

Serys - Sou a primeira mulher a ser eleita senadora pelo PT de Mato Grosso, e a primeira mulher, em nosso país, a assumir a vice-presidência do Congresso Nacional e tenho muito orgulho disso, porque foi com a força de nossa militância e com a vontade do povo que cheguei até aqui. O PT tem, ao longo dos seus 30 anos de história, tido essa característica, de querer buscar essa igualdade de oportunidades. Claro que, às vezes, ocorre uma tentativa de desestabilizar esse direito da mulher – conquistado a ferro e fogo –, mas são casos isolados.

Diário - Como o PT vem trabalhando para preencher a cota de 30% destinada às mulheres nas disputas? É difícil preencher os espaços?

Serys - É muito difícil! Muitas mulheres sequer se julgam no direito de poder disputar os espaços de poder. O PT, no entanto, dentro do cenário político do país, é reconhecidamente um partido que luta pela busca desse espaço igualitário. Nosso partido foi o primeiro a instituir a cota de candidatos para mulheres, antes mesmo da Legislação tornar essa prática obrigatória. Além disso, teremos, esse ano, uma candidata à Presidência da República.

Diário - Como a senhora analisa a redução, nos Executivos estadual e municipais de Mato Grosso, da representação das mulheres em cargos de primeiro escalão?

Serys - É lamentável! Inclusive, em diversas oportunidades, tenho cobrado dos chefes dos Executivos – tanto o governador Blairo Maggi quanto os prefeitos de cada um dos 141 municípios de nosso Estado – sobre a necessidade de termos mais mulheres no exercício de funções importantes para o Executivo. Mas, em muitos municípios, há uma participação expressiva de mulheres ocupando secretarias importantes. Cobrar essa participação da mulher nos espaços de poder é um exercício constante.

Diário - Como estão organizadas as parlamentares no Congresso Nacional?

Serys - Temos a bancada feminina do Senado Federal, da qual sou coordenadora desde 2003. Essa bancada articula várias lutas. Em conjunto com a bancada feminina da Câmara dos Deputados e a Comissão de Direitos Humanos fazemos, todos os anos, a Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres. A campanha já tem quase 20 anos e é desenvolvida em 154 países. Também somos responsáveis pelo Prêmio Bertha Lutz, que agracia mulheres que tenham oferecido contribuição relevante à defesa dos direitos da mulher e questões do gênero no Brasil, entre outras ações. Também atuamos juntas, no sentido de votar, em conjunto, e buscar os votos dos companheiros homens, para os projetos de interesse da mulher.

Diário - Quais seus projetos e ações destinados à melhoria da qualidade de vida das mulheres?

Serys - Meu mandato está muito focado na defesa da Mulher. Tenho uma série de projetos e relatorias nesse sentido. Entre eles, posso destacar o trabalho feito, como vice-presidente da Comissão de Reforma do Código de Processo Penal, para garantir a permanência da Lei Maria da Penha, que, com a reforma, ficou sob risco. Foi um trabalho duro, mas conseguimos resguardá-la. Há ainda também projetos como o que tirou o termo “mulher honesta” do Código de Processo Civil, pois a mulher que não era considerada “honesta” perdia a guarda dos filhos, não tinha direito aos bens na separação, etc. Temos o Projeto de Lei, que prevê planos de Benefícios da Previdência Social no que tange ao salário-maternidade e o projeto que prevê condições dignas a mulheres que cumprem pena (PLS 674/2007), determinando a obrigatoriedade da separação de homens e mulheres em estabelecimentos penais. Também conseguimos, nesse mandato, aprovar o projeto que estende a licença-maternidade para 180 dias. Uma grande vitória e um respeito à vida. Mas esses são apenas alguns dos projetos.

Diário - Neste dia 8 de março, em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, como avalia no país a evolução das políticas públicas destinadas à classe?

Serys - Os avanços são evidentes, embora haja um longo caminho a ser percorrido. O governo federal tem investido em políticas públicas para as mulheres. O fato de termos uma Secretaria Especial de Políticas para a Mulher, com status de ministério, e comandada com competência pela ministra Nilcéia Freire, reforça esse avanço.

Diário - Acredita que dentro dos próprios partidos existam situações de preconceito em relação à atuação política da mulher?

Serys – Sim! Existem, infelizmente. Inclusive, dentro do meu partido.

Diário - Como a senhora é tratada dentro do PT, em relação à sua trajetória e história política?

Serys - De um modo geral, de forma muito respeitosa. Tenho uma história dentro do PT. Nunca houve um ataque à minha pessoa, mas houve, sim, um ataque, uma tentativa de desqualificação da mulher na política. Alguns dirigentes e poucos militantes, além de fazerem um debate público, que deveria primeiro ter sido interno, foram desrespeitosos nos últimos tempos, na medida em que utilizaram expressões com grande carga de preconceito, quando chegaram a sugerir que eu deveria deixar a disputa ao Senado. Chegaram a usar expressões como “é hora dela voltar para casa” “cuidar dos netos” e “a fila anda”. Isso é um desrespeito claro, não só a mim, mas à mulher brasileira! Isso tudo atenta contra uma militante histórica, uma mulher e, por conseguinte, contra as conquistas de todas as mulheres, já tão poucas na política.

Diário - A senhora viveu ou vive algum tipo de preconceito sobre ser uma parlamentar mulher?

Serys - O preconceito existe. É velado, na verdade. Mas se traveste de várias formas. No início da minha carreira política, confesso que ele era mais evidente. O tempo me deu muita segurança para lidar com essas questões e a minha trajetória política fez com que muitos passassem a respeitar mais a mulher na política. Agora, não dá para fechar os olhos e dizer que o preconceito não nos ronda mais. Ele está em toda parte, inclusive na política.

Diário - Senadora, caso seu nome não seja confirmado como candidata à reeleição, irá mesmo desistir de disputar cargo eletivo?

Serys - Com certeza! Essa é uma decisão já tomada. Há vários boatos circulando dizendo que eu disputaria a Câmara Federal ou mesmo notícias plantadas de que eu poderia ser candidata ao governo, mas isso é totalmente inverídico. Tenho deixado bem claro: meu projeto político é disputar novamente o Senado. Meu trabalho me credencia a isso e não vejo motivo para não entrar nesta disputa.


FONTE DIÁRIO DE CUIABÁ

Comentários
bento o vampiro brasileiro - 07/03/2010 20:47
Eu acho que não, primeiro ela tem que arquivar mais esta denuncia do filho(dinheiro em paraiso fiscal) da quele que ela arquivou(Sarney pai) 11 ao todo, ai ela se aposentar, e cuidar dos netos, tirar este slhessarenko do nome e namorar bastante com o novo marido, ai pensar em candidatar-se sindica do predio onde mora, ai guarda do quarteirão da sua rua, ai presidente de bairro,ai ser militante do PT por uns dez anos, ai ela esta pronta pra entrar pra politica ---Será que da pra publicar?????? lembre--se :"naõ ha melhor detergente......."
AUGUSTO - 07/03/2010 15:15
Serys para prefeita??se ela quiser já esta eleita!!!
+ Comentar artigo
Campos em negrito são obrigatórios.

Nome:
E-mail:
Comentário:

« Voltar