Página Inicial

José Ferreira, Marcelo Barros e Antonio Horácio perdem mais uma no CNJ. Conselhão não anulou contratação de empresa de auditoria que ajudou Perri e Lessa a identificarem irregularidades na gestão de José Ferreira

10/03/2010 - 18:49:00

Com relação ao julgamento do Procedimento de Controle Administrativo (PCA), pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), nesta terça-feira (9), que questionava a contratação da empresa Velloso e Bertolini, responsável por auditoria externa no Tribunal de Justiça de Mato Grosso, o ex-presidente do TJ, desembargador Paulo Lessa (foto), distribuiu nota com as seguintes informações e  os seguintes esclarecimentos:

"1 – A votação, por oito votos contra dois, foi no sentido de julgar parcialmente a denúncia, APENAS no sentido de reencaminhá-la à Corregedoria Nacional de Justiça para que a PRÓPRIA Corregedoria analise a necessidade de se investigar responsabilidade disciplinar no que diz respeito à contratação da empresa.

2 – O objetivo, portanto, desta denúncia, que era a ANULAÇÃO da contratação da empresa Velloso e Bertolini, NÃO foi alcançado pelos magistrados que protocolaram o recurso, como mostra trecho do voto do relator, conselheiro José Adones, que foi acompanhado pela maioria dos membros do CNJ. (Leia a íntegra do voto no link no final desta matéria - EC)

 “Apesar das irregularidades apontadas na manifestação da Secretaria de Controle Interno, especialmente quanto à ausência da devida justificação do preço, não há indicação de prejuízos ao erário. É de se reconhecer, portanto, que não terá nenhuma utilidade prática o provimento que decrete a nulidade do contrato questionado, como pedem os requerentes. A declaração de nulidade do contrato, cabe ressaltar, não impediria a utilização dos relatórios da auditoria como meio de prova nos procedimentos em curso neste CNJ”, destacou o relator, na página 7 de seu voto.

 3 – Quanto à remessa à Corregedoria Nacional de Justiça, a apuração de infração disciplinar não é nenhuma novidade, já que os mesmos impetrantes deste recurso em questão também fizeram a mesma representação ao corregedor nacional de Justiça, ministro Gilson Dipp. Portanto, o encaminhamento do conselheiro José Adonis não representa fato novo.

 4 – Sobre o parecer da Controladoria Interna do CNJ, que opinou pela irregularidade na contratação da empresa, é de se frisar que a análise feita pelo órgão obedeceu unicamente critérios técnicos e procedimentais, sem avaliar o contexto administrativo em que ela se deu, já que as denúncias que chegaram ao ex-corregedor-geral de Justiça, desembargador Orlando Perri, envolviam magistrados e servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso. Portanto, exigia-se cuidados especiais, como autoriza o artigo 25 da Lei 8.666/1993, em casos específicos. A ausência da licitação se deu, portanto, para não comprometer as investigações, as provas e até mesmo preservar as partes envolvidas.

 5 – O mesmo resultado da auditoria externa foi RATIFICADO tanto por perícia da Polícia Federal quanto pela Controladoria Interna do próprio CNJ, este último utilizado no Procedimento Admnistrativo Disciplinar (PAD), que resultou na aposentadoria compulsória de sete juízes e três desembargadores do TJ/MT. Tais fatos são suficientes para comprovar a veracidade do relatório apresentado pela empresa.

 6 – A mesma denúncia apresentada ao CNJ, questionando a contratação, já foi protocolada no Tribunal de Contas do Estado (TCE), que apontou apenas um erro procedimental, mas que não comprometeu, em nada, os cofres do Tribunal. A mesma denúncia, formulada pelos mesmos magistrados, também foi arquivada pelos promotores da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público do Ministério Público Estadual de Mato Grosso. O Conselho Superior do MPE raticiou, por UNANIMIDADE, o arquivamento, sustentando que a contratação da empresa não gerou danos ao erário público.

 
7 – Nota-se, portanto, uma clara predestinação dos magistrados que protocolaram os inúmeros recursos, muitos deles já arquivados, em desqualificar o trabalho da gestão anterior, ao invés de se defenderem das acusações que lhe foram imputadas e, posteriormente, julgadas procedentes pelo CNJ.

 8 – O ex-presidente do TJ, desembargador Paulo Lessa, reitera que não teme qualquer tipo de investigação, pois acredita na seriedade de seus atos administrativos, enquanto chefe do Poder Judiciário de Mato Grosso, durante o biênio 2007-2009.

 

Atenciosamente.

Desembargador Paulo Inácio Dias Lessa

****************
CLIQUE NO LINK ABAIXO E CONFIRA INTEIRO TEOR DO VOTO DO CONSELHEIRO JOSÉ ADONIS:

http://www.scribd.com/doc/28118748/Cnj-Pagina-Do-e-Cnj-Legitima-Auditoria-de-Lessa-e-Perri

 


*******
VEJA COMO ESTA INFORMAÇÃO APARECEU EM OUTROS INFORMATIVOS

MATO GROSSO
Conselho de Justiça solicita que se inicie mais outro processo

Mariane de Oliveira
Da Redação


O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) considerou parcialmente procedente o Procedimento de Controle Administrativo (PCA) que pedia anulação de auditoria contratada em 2007 pelo Tribunal de Justiça. O CNJ determinou que a Corregedoria Nacional de Justiça investigue eventual irregularidade na contratação direta da empresa, praticada na gestão do ex-presidente Paulo Lessa e do ex-corregedor-geral de Justiça, Orlando Perri.

A auditoria identificou um esquema de pagamentos irregulares a magistrados e servidores. O resultado dela foi enviado ao CNJ, que passou a investigar o caso e, no dia 23 de fevereiro deste ano aplicou a pena máxima de aposentadoria compulsória a três desembargadores e sete juízes.

O pedido de controle administrativo havia sido protocolado no CNJ por esses magistrados, com o intuito de invalidar as provas levantadas contra eles. Contudo, o relator do processo, conselheiro José Adonis Callou, ressaltou que esta decisão não interfere na ação que resultou no afastamento dos magistrados porque, naquele caso, o Conselho se baseou nas provas obtidas pela Corregedoria Nacional.

Já o julgamento do desembargador José Jurandir de Lima, acusado de nepotismo por empregar em seu gabinete dois filhos que recebiam sem trabalhar, foi adiado para o dia 23 de março. Ele devolveu cerca de R$ 20 mil ao Tribunal de Justiça, na esperança de ser absolvido no processo disciplinar. A informação foi confirmada pelo advogado do desembargador, Paulo Tadeu Haendchen.

Outro lado - O desembargador Paulo Lessa informou por meio de nota que "a votação, referente a ele, foi no sentido de julgar parcialmente a denúncia, reencaminhá-la à Corregedoria Nacional de Justiça para que a própria Corregedoria analise a necessidade de se investigar responsabilidade disciplinar no que diz respeito à contratação da empresa."

FONTE A GAZETA

****************************

****************
CNJ constata irregularidade em contrato

Decisão do Conselho Nacional de Justiça não invalida resultado das investigações que terminaram na aposentadoria compulsória de 10 juízes


Desembargador Paulo Lessa estava à frente do TJ na época da contratação da empresa
ANA ROSA FAGUNDES
Da Reportagem


O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) considerou ilegal a contratação da auditoria que constatou irregularidades no pagamento de diferenças salariais a magistrados do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. A auditoria, contratada sem licitação, foi feita durante a gestão do desembargador Paulo Lessa à frente do Judiciário.

A decisão, no entanto, não invalida o resultado da investigação que resultou na aposentadoria compulsória de três desembargadores e sete juízes, no mês passado. O CNJ determinou ainda o encaminhamento do processo à Corregedoria Nacional de Justiça para que seja apurada a responsabilidade de Lessa e do desembargador Orlando Perri, que na época era o corregedor de Justiça do órgão.

Essa auditoria apontou o suposto esquema de desvio de recursos do Tribunal de Justiça para socorrer uma cooperativa ligada à Maçonaria.

A ação julgada ontem no CNJ foi proposta pelo ex-presidente do Tribunal, José Ferreira Leite, e os juízes Marcelo Souza de Barros e Antônio Horácio da Silva Neto, que foram punidos com a aposentadoria compulsória.

Dos 10 conselheiros, sete acompanharam o voto do relator José Adônis e dois votaram improcedência do processo. Na gestão de Lessa o TJ firmou um contrato com a empresa Velloso e Bertollini Auditoria e Consultoria Ltda., sem licitação, no valor de R$ 350 mil, para prestação de serviços de consultoria e auditoria na folha de pagamento de magistrados e servidores, e no sistema informatizado de distribuição de processos.

A auditoria apontou suposto esquema de desvio de recursos do Tribunal praticado na presidência de Ferreira Leite - que antecedeu Lessa na presidência do órgão - para ajudar a cooperativa de crédito.

As irregularidades levaram o então corregedor-geral, Orlando Perri, a encaminhar denúncia ao CNJ, que decidiu pela aposentadoria compulsória dos magistrados, entre eles Ferreira Leite, Antônio Horácio e Marcelo Souza de Barros.

O advogado de Ferreira Leite neste caso, Marcos Vinícius Witczak, questiona a inexigibilidade da licitação e também a competência da empresa contratada. “Sem notória especialidade, o valor pago à empresa também não foi justificado”, argumentou o advogado.

Essa decisão do CNJ, porém, não interfere na decisão anterior do próprio Conselho, que decretou a aposentadoria dos 10 magistrados, pois o que estava sendo discutido não era o resultado da auditoria, mas a forma e a intenção da contratação. Além disso, o relator do processo dos 10 magistrados no caso da Maçonaria, conselheiro Ivens Gandra, afirmou que a decisão foi baseada em auditoria feita pelo próprio CNJ, não levando em consideração o resultado da consultoria feita pela empresa privada.

O desembargador Orlando Perri afirma que ele próprio pediu para que o relator dessa representação, o desembargador Paulo Cunha, remetesse o caso para o Superior Tribunal de Justiça. “Essa ação é por uma eventual falha administrativa, não é nossa conduta que está em jogo”, disse Perri. Em nota, o ex-presidente, desembargador Paulo Lessa, reitera que não teme qualquer tipo de investigação.

Defesa faz acusação de manobra

Da Reportagem

O advogado de Ferreira Leite, Marcelo Souza de Barros e de Antônio Horácio da Silva Neto, Marcelo Witczak, afirma que, numa manobra jurídica, os desembargadores Paulo Lessa e Orlando Perri entram com diversos recursos no Superior Tribunal de Justiça (STJ), impedindo que o inquérito para investigar a contratação da auditoria “desça” para a Polícia Federal em Mato Grosso.

Paralelamente ao procedimento administrativo no CNJ, a contratação da auditoria também é feita no STJ. Em novembro do ano passado, o ministro do STJ, Arnaldo Esteves Lima, determinou à Polícia Federal abertura inquérito para apurar a contração dessa auditoria, mas até agora o processo não chegou à Polícia Federal.

O grupo dos denunciados por Perri alegou no ano passado irregularidades na contratação, inclusive que a empresa seria fantasma. Foi denunciado que a Velloso & Bortolini não é registrada na Junta Comercial do Mato Grosso do Sul, onde está supostamente a matriz da empresa, conforme documentação arquivada no TJ.

OUTRO LADO -

O desembargador Orlando Perri afirmou que não se trata de manobra. “Nós apenas encaminhamos, ao ministro, relatório do Ministério Público Estadual e do Tribunal de Contas do Estado referentes a regularidade na contratação da empresa”, explicou Perri. (ARF)

FONTE DIÁRIO DE CUIABÁ

 

Comentários
mario - 11/03/2010 00:14
o cnj esta certo nao deve dar colher de cha a ladrao
ZZZZZ - 10/03/2010 23:52
! ! ? ALGUEM DESTES DESEMBARGADORES OU DOS PINGUINS QUE LÁ VÃO E OS QUE FICAM PRESTAM NO TRIBUNAL ? SE ALGUEM SE AVENTURA, ME FORNEÇA UMA LISTA DE NOMES.
Marcos - 10/03/2010 23:36
Assino em baixo as palavras dos servidores “FREITAS” e a “A LISTA DOS Q.I”.....também me humilhei a Sra MARISTELA (Dea) suplicando o pagamento de valores a MIM DEVIDOS, não era favor, não era esmolas, e sim obrigação pois trabalhei e trabalho com todo a responsabilidade com que foi criado e educado....cumpro o meu dever de “verdadeiro” servidor publico, entro no horário certo, exerço com toda a responsabilidade de minhas função...zelo pelos principio publicos da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência...posso garantir, trabalho em tempo integral (não é exagero)...respeito os meus clientes que me pagam o meu parco salário....defendo a justiça com todos as minhas forcas.....PARA NÃO SER RECONHECIDO.....VALORIZADO....RESPEITADO......
JOSÉ - 10/03/2010 22:34
TRATA-SE DE MATÉRIA COMPRADA, NOBRE JORNALISTA?
Maria de Millo - 10/03/2010 19:54
Espera aí!!! Gostaria que me esclarecessem algo que me chamou MUITO a atenção: por algum acaso a Dea não é ESPOSA do Des. Paulo Lessa que, à época, era o Presidente do TJMT??? Sendo assim, como é que ela poderia estar encarregada de fazer a "triagem" de quem deveria ou nao receber os créditos salariais, atendendo os servidreos junto à Presidência??? Não é um caso explícito de puro NEPOTISMO????
Marcelo Souza - 10/03/2010 18:53
É algum tipo de assessoria que o senhor jornalista está prestando ao senhor Perri e Paulo Lessa?
Dea Aparecida - 10/03/2010 15:52
Só falta Enock dizer que foi uma vitória de Perri ele ser aposentado. Sabemos agora de que lado o jornalista está, dando ou não crédito ás notícias que saem aqui.
Freitas - 10/03/2010 14:04
...;Quero meu dinheiro.... espero que qem qer que seja...que esses " malas " engravatados devolvam centavos por centavos...e mais seja exemplarmente banidos do Judiciario....quantos servidores ja se humilharam rogando por aumento de margem, para receber ferias vendidas que por si só ja é incomcebivel ao meu ver, enquanto esses USURPADORES do dinheiro publico, gozavam seus prazeres com o nosso dinheiro... QUERO MEU DINHEIRO....que eles devolvam tirem de onde tirar... confio e espero apenas do CNJ, enquanto o MP estadual, poupo-me de comentarios... a titulo de recordaçao estive em data preterita no cabinete de uma determinada mulher de Desembargador, à época responsável pelo pagamente de passivos de servidores, ROGANDO o pagamento de minha liçença prêmio para que eu pudesse quitar minha faculdade, esta, de pronto me respondeu: " Filho o desembargador fulano de tal, referia-se a seu esposo, esta dando prioridade, casos de urgência urgentissima, como por exemplo temos varios servidores com câncer e muitos em faze terminal" Até ai colegas ela foi perfeita, pois inclusive sabemos que servidores perderam a vida fazendo tratamento serios, sem que consiguisse receber seus passivos na fila do SUS. Só uma ultima observaçao ela so não relatou um detallhe... na ordem daqueles pagamentos ela teve prioridade com o pagamento a si mesmo de um valor um tanto vultuoso. Realmente não sobraria dinheiro para minha pobre liçença premio vendido ao TJ/MT. Por ultimo rogo ao CNJ, orgão altamente confiado por este subscritor, que investigue, seja implacável na sua decisão assim como foi na aposentadoria dos "Magistrados empresários" do TJ/MT no uso de dinheiro publico em pagamento privilegiados. Ao inocentes a absolviçao da lei, ao culpados , aposentadoria compulsoria neles, e espero que o ministerio publico federal recomende a perca desta " pena prêmio", que para isso confio no MPF, como bem fez o nosso brilhante procurador federal. Viva a CF, e aos " homens " que são implcavel no seu cumprimento indistintamente de que cargo o homem ocupe. Estou sem dinheiro mas feliz!!!!!enquanto alguns... não me arriscaria a comentar...
A-LESSA-NDRA - 10/03/2010 13:51
Será que o CNJ já determinou aos servidores que receberam as altas verbas no ano passado a DEVOLVEREM o dinheiro???Como fica o pagamento que o Des. Lessa fez a sua mulher dra. Dea, a propria que se fazia de amiga dos servidores... e a Maristela, fiel secretária???e aos demais "cupinchas"???Euzeni e Cia.???? DEVOLVAM O DINHEIRO RECEBIDO indevidamente e repartam com todos os servidores. A SOCIEDADE E OS SERVIDORES "POBRES" VÃO FICAR AGRADECIDOS!!!E aí Des. Perri??? faça alguma coisa pelos servidores que estão desesperados sem dinheiro até hoje.... Provar que estavam certos em contratar uma empresa "indicada" para averiguar fatos que desencadearam em uma grande REVOLUÇÃO vcs já provaram... a mesma empresa poderia ser contrtada novamente para fazer uma devassa nos documentos "engavetados"...
"A LISTA DOS Q.I." - 10/03/2010 13:39
No ano passado, quando os servidores desesperados procuravam a Dra Déa para que ela atendesse ao pedido de incluir na lista de pagamento de creditos pendentes, a secretária Maristela, só nos informava que a Dra. Dea não estava atendendo e que ela até poderia anotar o nome da gente na lista para ir para o financeiro... aí passava os dias e o nome dos servidores "sem Q.I" nunca apareciam. Teve serevidor que morreu de cancer e não conseguiu receber credito nenhum que era para pagamento de tratamento médico. Existe servidor que está até hj fazendo tratamento para depressão pq teve tantos transtornos no ano passado esperando receber alguma verba para quitar dívidas e NUNCA CONSEGUIU RECEBER NADA ALEM DO MISERO SALARIO. E aí, Dra. Dea e Dra. MARISTELA... o nome de vcs constou na lista dos "preferidos" para receber pomposo pagamento de verbas... receberam até o que não faziam jus... e aí como que o ex-Presidente Lessa explica isso para os demais servidores????Vcs não acham que isso merece ser debatido e finalmente decidido de uma forma mais justa...???TODOS OS SERVIDORES SEM "Q.I." AGUARDAM ANSIOSOS PELO PAGAMENTO DE ALGUMA VERBA... OS PREJUÍZOS ESTÃO CORRENDO... OS JUROS DOS EMPRESTIMOS ESTÃO COMENDO PELA PERNA... DAQUI A POUCO VAI ESTOURAR OUTRA "BOMBA ATÔMICA"... e dessa não escapará nenhum!!!!!
+ Comentar artigo
Campos em negrito são obrigatórios.

Nome:
E-mail:
Comentário:

« Voltar