Os atoleiros das estradas de Mato Grosso viraram destaque (mais uma vez!) no Jornal Nacional. A matéria da Rede Globo mostrou que caminhoneiros enfrentam atoleiros cotidianamente nas estradas em Mato Grosso. Eles têm que encarar obstáculos, perigos e muita lama, às vezes até com a família na boléia, para chegar ao destino. Apesar do calor, as chuvas em Mato Grosso transformaram as estradas de terra em atoleiros. Viajar virou uma aventura para os caminhoneiros. Uma aventura que ninguém sabe como vai acabar porque o DNIT que deveria prevenir os atoleiros é presidido, atualmente, pelo atolado Luiz Antonio Pagot que vive delirando que vai ser governador de Mato Grosso e não faz o menor esforço para cumprir com suas responsabilidades, expondo mais uma vez o Estado de Mato Grosso ao ridículo diante da nação. Pra que será que Pagot brigou tanto por esta função? Pra fazer este papelão?
Veja a situação retratada pela reportagem da Globo:
"No sudoeste de Mato Grosso, a chuva é o sinal de alerta para os motoristas que trafegam pelas estradas sem pavimentação. À noite, o perigo aumenta. Os atoleiros viram armadilhas. Com lanterna na mão, os caminhoneiros procuram um desvio por uma fazenda e avisam aos outros colegas que esperam na estrada. "Vamos fazer uma tentativa para ver o que dá, torcendo para dar certo", disse o caminhoneiro Adolfo Curso. Os faróis rompem a escuridão. Eles estão indo de Sapezal, sudoeste de Mato Grosso, a Porto Velho pela BR-364, uma viagem de pouco mais de mil quilômetros. "Rapaz, tem uns 20 ou 30 quilômetros de atoleiro para a gente conseguir sair daqui", disse um caminhoneiro. A dois quilômetros dali, uma fila de caminhões bloqueia a estrada. "Não tem condições de passar, nem de um lado nem do outro", constatou o caminhoneiro Agemiro Ferreira Filho. Um motorista tenta ajudar o outro, mas, às vezes, a luta é em vão. "Tentando desatolar o companheiro, meu amigo, está feio o negócio aqui", disse um caminhoneiro. "Eles estão passando um, mas tem mais cinco para passar", completou outro. Cansados de esperar, muitos caminhoneiros se arriscam. Um, por exemplo, tenta passar numa faixa bem estreita e num terreno bastante acidentado. A carreta com 37 toneladas de soja tenta abrir caminho na lama. Os caminhões ficam lado a lado. Os motoristas providenciam um cabo de aço para a carreta ser puxada. A operação resgate assusta quem espera a vez para passar. “Se eu não passar aqui, tenho que dar caminho para os outros passar", disse um caminhoneiro. As dificuldades aumentam: comida e a água começam a faltar. "Não tem mais nada, acabou tudo", afirmou um caminhoneiro. A família de um caminhoneiro comemorou o aniversário do filho na estrada. “Aqui a gente está sem água, tem que fazer mamar para o bebê, o leite está acabando e nós temos que ir, só que com essa estrada, como é que vai?", questionou a dona de casa Micheli Ribeiro Lima. A viagem só prosseguiu horas depois, com a luz do dia. O Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes declarou que vai cobrar um reforço nas obras de manutenção da estrada e que a pavimentação do trecho deverá estar pronta até setembro de 2010."
A matéria do Jornal Nacional só serve para demonstrar que o DNIT, sob o comando de Pagot, não é uma solução, é, na verdade, um dos dados mais graves do problema. Na verdade, Luis Antonio Pagot é o verdadeiro nome do atoleiro que paralisa hoje as estradas de Mato Grosso.