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Fonte: http://paginadoenock.com.br/

A despedida da procuradora Léa Oliveira. Ela está trocando a solidão cuiabana pela proximidade da família. Ela veio, viu e venceu!

21/12/2008 - 13:48:00 | Comentários ( 0 )

O presidente do TRE,  desembargador Leônidas Moneiro, falando dela, falou de jovialidade, garra, competência e saber jurídico. Eu falaria também em beleza. A procuradora regional eleitoral Léa Batista de Oliveira, que se despediu esta semana do Tribunal Regional Eleitoral e que, em breve, estará se despedindo de Mato Grosso, porque conseguiu remoção para atuar no MPF em Goiás, onde vive sua família, por tudo que fez, neste curto prazo de tempo em que tem atuado no Ministério Público Federal, em nosso Estado (citemos apenas sua performance no caso do "cacique" Pedro Henry!), pode e deve ser definida como uma bela mulher.

Não devemos ter medo de destacar sua beleza já que por qualquer ângulo que se olhe Léa Batista de Oliveira é uma profissional que nos deixará saudade. Mas como poderia ela desenvolver bem o seu trabalho, vivendo praticamente isolada em Cuiabá? Imagino que ela tenha sofrido alguns momentos de dolorosa solidão, atuando neste cenário conflitado, que é a Justiça e a política de Mato Grosso, sem saber muito ao certo com que ou quem com contar. Mesmo assim, ela se saiu bem, a jovem procuradora - ela, que teria tudo para não ser discreta mas soube sempre manter discrição exemplar. Certamente será mais feliz em Goiânia onde tem tudo para marcar o Ministério Público com sua determinação.

Se fosse meu pai, que era um homem pio, se despedindo dela, diria: "O Senhor que a abençoe e a guarde". Eu, que não sou dado a crenças e sou mais pragmático, ao mesmo tempo que lamento a retirada da cena cuiabanada de personagem tão formosa, tão curvilinea, e ao mesmo tempo tão rigorosa na defesa do cumprimento da Lei,  só posso ficar aqui torcendo para que, para sua posição, no MPF daqui, seja nomeado alguém que mantenha o dedicado padrão de atuação que marcou a passagem de Léa Batista de Oliveira por esta terra de sol tão inclemente. (Será que ela parte, também, fugindo de nosso calor?) 

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